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Série histórica
Apesar do aumento frente a 2013, os números do Ministério do Trabalho mostram que o resultado do ano passado é o segundo pior em dez anos, perdendo apenas para 2012. Em 2003, foram criadas 861 mil vagas formais. Nos nove anos seguintes, até 2012, o número não ficou abaixo do 1,76 milhão de vagas por ano.

De acordo com o ministro do Trabalho, a criação de vagas formais na economia brasileira está relacionada com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país. "A geração de empregos vai continuar positiva, mas estamos vivendo pleno emprego. A necessidade de geração de novos postos de trabalho diminui na medida em que atingiu o pleno emprego", afirmou ele.

Saldo de empregos na economia brasileira
Ainda segundo dados oficiais, os empregos formais na economia brasileira somaram 48,94 milhões no fechamento do ano passado, o que representa um aumento frente ao patamar registrado no final de 2012 (47,45 milhões).

Rendimento médio
Já os rendimentos médios do trabalhadores formais, de acordo com o Ministério do Trabalho, registraram um aumento real (acima da inflação) de 3,18% no ano passado (tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC), ao somaram R$ 2.265,71. Em 2012, o rendimento médio totalizou R$ 2.195,78.

Setores da economia
Por setores da economia, os serviços (como transportes, educação e saúde) foram os principais responsáveis pela criação de empregos formais no ano passado, com a abertura de 558,6 mil empregos, seguidos pela administração pública (403 mil vagas), pelo comércio (284,9 mil empregos), pela indústria de transformação (144,4 mil trabalhadores) e pela construção civil (60 mil vagas) em 2013.

Regiões do país

Por regiões do país, a maior parte das contratações foi feita no Sudeste, que abriu 550 mil vagas no ano passado. Em segundo lugar, aparece a região Nordeste (313,2 mil empregos formais), seguida pela região Sul (285,6 mil vagas). A região Centro-Oeste, por sua vez, gerou 219,6 mil postos formais, e a região Norte abriu 121,1 mil.

Mulheres e homens
Os dados do Ministério do Trabalho revelam que a mão de obra feminina cresceu 3,91% em 2013, contra um aumento de 2,57% registrado no caso dos homens. "A diferença entre as taxas de crescimento do emprego por gênero deu continuidade ao processo de elevação da participação das mulheres no mercado de trabalho formal, que passou de 42,47% em 2012 para 42,79% em 2013", informou o governo.